Nossas propostas panfletadas na Assembleia de Campanha Salárial dia 11/12

Infelizmente a Direção do Sindicato não encaminhou a Formação do Comando de Negociação e nem aprovou a política de construção do camando junto à base dos servidores …

estamos-de-olho

Chegamos a um momento importante de nossa categoria: organizar a campanha salarial. Acreditamos que é possível barrar os ataques da prefeitura. Acreditamos também que é possível “arrancar” conquistas, pois confiamos na força de organização dos Servidores.

Como estamos demonstrando em nossos documentos, a prefeitura tem recursos financeiros, mas falta interesse politico. Por isso,  só com a nossa pressão vamos avançar nas reivindicações. Sendo assim,  propomos;

1 – Mesa de negociação;

2– Implantação da jornada de trabalho de 6 horas;

3 – Concurso Público para ampliar em 1/3 o atual quadro de servidores;

4 – Aplicação imediata do 1/3 da hora atividade sem aluno, sem contabilizar o intervalo ou troca de aulas;

5 – Diminuição do número de alunos por sala de aula, respeitando o Custo Aluno Qualidade Inicial (CAQi);

6 – Inserção do conjunto dos trabalhadores da Educação no Estatuto do Magistério;

7 – Construção do Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos Servidores, respeitando as especificidades de cada setor;

8 – Recomposição das perdas salariais;

9 – Uma política de aporte regular à RIOPRETOPREV;

10 – Licença maternidade de 180 dias;

11 – Ticket alimentação de 200 reais;

12 – Construção do ambulaboratório do Servidor e uma política de Recursos Humanos para:

– Atendimento e acompanhamento dos Servidores em adaptação do estágio probatório;

– Atendimento e acompanhamento das Readaptações funcionais;

– Atendimento e acompanhamento das licenças saúde;

– Visitas sistemáticas aos diversos locais de trabalho para acompanhamento das condições de trabalho;

De modo geral,  os prefeitos atendem às reivindicações dos servidores apenas com pressão politica da base, por isso estamos propondo:

1 – Formar Comando Central de Negociação;

2 – Formar o comando de base em reuniões setoriais;

3 – Organizar reuniões setoriais nos locais de trabalho;

4 – Após as reuniões (se houver) com a administração, remeter as discussões as assembleias da categoria.

 Sabemos das diferenças politicas que existem entre nós servidores, mas acreditamos que devemos resolvê-las nos espaços democráticos dos trabalhadores, ou seja, nas assembleias, mantendo a unidade de ação, pois só assim conquistaremos nossas reivindicações.

Vamos à Luta!

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